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	<title>Comentários sobre O FINO DA MOSTRA</title>
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	<description>Críticas, notícias e informações sobre a 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 15:42:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Terra Vermelha por Klaus Hart Brasilientexte &#187; &#8220;Unkontaktierte Völker&#8221; - Merkwürdigkeiten der Berichterstattung über Uraltbekanntes. Europas hochaktive, lukrative Indianer-&#8221;Industrie&#8221;, die kaum gebremste Klischeepflege.</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2008/10/26/terra-vermelha/#comment-251</link>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart Brasilientexte &#187; &#8220;Unkontaktierte Völker&#8221; - Merkwürdigkeiten der Berichterstattung über Uraltbekanntes. Europas hochaktive, lukrative Indianer-&#8221;Industrie&#8221;, die kaum gebremste Klischeepflege.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:42:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Filmkritik: http://ofinodamostra.com/2008/10/26/terra-vermelha/ [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Filmkritik: <a href="http://ofinodamostra.com/2008/10/26/terra-vermelha/" rel="nofollow">http://ofinodamostra.com/2008/10/26/terra-vermelha/</a> [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Flor Congelada por elaine generozo</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2009/11/01/986/#comment-250</link>
		<dc:creator><![CDATA[elaine generozo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Dec 2011 14:12:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[FLOR CONGELADA   -  FRONZEN FLOWER 

Aí vai uma crítica contrária a de Pedro Biasi:

O nome do filme parece estar relacionado ao fato do amor do chefe pela rainha, representado pela flor, ser reprimido, contido, aprisionado, ou seja, congelado. A mesma coisa acontece com o amor homossexual e proibido  do rei e do chefe. 
As cenas de sexo são muito eróticas para o meu gosto, mais não são pornográficas. Mostram que o oriental foi condicionado a não demonstrar sentimentos. È no sexo que  os orientais colocam toda a força dos sentimentos amorosos que reprimem e não conseguem exteriorizar.Eu diria que os ocidentais falam muito sobre sexo, mas não conseguem fazê-lo com verdadeira intensidade erótica. Eles talvez falem muito em sexo tentando alcançar o desejo que pode nele estar contido. Quanto mais falam, mas distante se torna essa experiência. Os orientais não falam ou pouco falam sobre amor e,  neste aspecto,  se comunicam com o olhar e os gestos.Como no Tigre e o Dragão, o protagonista só confessa o seu amor quando está a beira da morte. No Flor Congelada é nos momentos, como a entrega do colar de sachê do chefe para a rainha e  do lenço e dos bolinhos de arroz dela para ele, que se percebe a  pureza do amor que nasceu entre eles, quase de trás para frente, ou seja, começou com um desejo sexual que foi crescendo aos poucos e fez brotar o amor e a paixão entre eles. O filme tem muitas metáforas e a Catarina percebeu a mais bonita delas,  quando notou que  o chefe ao responder à rainha se gostou do sabor do bolinho, está falando da estranheza que lhe causa o fato de amá-la ou dos dois se amarem. A compra pelo rei, de um cavalo mais bonito do que o dele próprio para presentear o chefe e a recusa dele em traí-lo com o invejoso sub-chefe,  também mostra a intensidade dos sentimentos dele pelo chefe, o que extrapola o simples desejo sexual. Os cuidados e a preocupação do chefe com o rei, e vice versa, no início do filme também revela isso . Eu disse que o filme não é exatamente pornográfico até porque em nenhum momento foram mostrados frontalmente os órgãos centrais sexuais femininos e masculinos. Ainda assim, com a minha alma feminina e romântica, gostaria que as cenas fossem bem mais sutis, acontecendo atrás dos véus que rodeiam as camas orientais ou debaixo dos lençóis, ainda que se mostrasse as principais posições do Kamasutra. Mas, a Catarina tem razão, isso é irrelevante quando se percebe a delicadeza da paixão entre o chefe e a rainha porque até nos esquecemos das cenas sexuais com o decorrer do filme. As cenas de enfrentamento e morte entre soldados pecaram nos excessos de sangue jorrando e expirando, totalmente desnecessárias. Se elas tivessem sido feitas distantes das lentes da câmera, ao longe para quem está  assistindo, teriam ficado mais leves, como numa das cenas bonitas de Hero, quando um casal de guerreiros invadem o palácio. O filme é de época, mas a crueldade e a fúria do rei despertada pelo paixão, ciúme e possessão pelo chefe, causa impacto e estranheza, mas não difere dos dias atuais no ocidente, quando algumas mulheres castram os maridos que as traem, homens matam mulheres e ou seus amantes porque não aceitam a dor da perda e da   separação, etc.A rainha não é bonita, mas no filme isso é proposital. Mostra que o chefe se apaixonaria por ela de qualquer maneira, porque sua alma e seu corpo eram genuinamente masculinos. Se a rainha fosse muito bonita, intrinsecamente tenderíamos a justificar o amor dele por ela, em função  da beleza. Coitado, o pobre rapaz nunca havia tido contatos com mulheres e  foi condicionado pelo rei ao amor gay.Não digo coitado porque desconsidero o amor gay, mas porque no filme, o chefe  foi desviado de sua real natureza, como poderia e acontece com os gays que se obrigam a casar ou aparecer ao lado de mulheres para conviver e, sociedade. Percebe-se que esse condicionamento não foi por maldade  do rei, que era adolescente e até puro quando se apaixonou pelo chefe que  ainda era criança. Há uma cena em que o chefe está dormindo e ele cobre o pezinho dele. O filme deixa em aberto quando o chefe e o rei se envolveram sexualmente, mas não sugestiona pedofilia exatamente por  causa dessa cena do pezinho. No final, foi quando o chefe diz que nunca amou o rei, que ele se vingou.Mas não era totalmente verdade,  eis que antes dele se envolver com a rainha, tinha veneração pelo rei, que lhe despertou a  única forma de amor que até então ele conhecia. Na verdade, ele só conheceu o amor  que pode haver entre um homem e uma  mulher  quando se envolveu com a rainha. E, como ele era um homem, o relacionamento que ele teve com o rei deixou de ter qualquer importância. Ele deixa isso claro quando disse que o rei havia lhe mostrado o amor quando o forçou a se envolver sexualmente com a rainha. Mas não se pode eliminar o significado do afeto e carinho que ele havia nutrido pelo rei, ainda que, ao final, ele não o  considerasse como amor. No início do filme se percebe esse afeto quando ele se joga na frente do rei e se fere para salvá-lo. O sub-chefe mostra como pode ser terrível o lado invejoso da natureza humana que anseia tudo  o que outro tem. Ele quis servir sexualmente o rei, apenas para tomar o lugar do chefe. Mas não amava o rei, senão não teria deixado o chefe matá-lo. A cena final, em que a imagem do rei e do chefe se encaixam na pintura é maravilhosa.Durante o decorrer do filme, o fato do rei ter inicialmente se desenhado com a flecha e o chefe vir atrás dele,  mostra o poder que o rei, na sua condição,  pensava ter sobre o chefe, seu súdito que vem logo atrás.Quando o chefe fala que queria estar com a flecha também, está pedindo o reconhecimento da  igualdade e também da  a sua condição de homossexual ativo e não passivo como a do rei. O destaque do cenário é o jardim, cinza e triste como o sofrimento do chefe. O filme valoriza a arte em várias cenas, ou seja, as artes marciais, musicais e até a pintura., O ator que faz o chefe é maravilhoso.Ele é lindo e transmite uma aura indescritível em sua interpretação. A cena dele em frente ao jardim, sofrendo a noite toda,  pela iniciativa de ter que rejeitar e se separar da rainha é muito tocante. As cenas de crueldade representadas pelas cabeças decapitadas e expostas em público e a castração do chefe são tristes e impactantes demais. Nos faz odiar o rei e sua loucura pelo chefe e ter imensa pena do chefe e da rainha. O rei castrou o chefe por ciúmes e também para igualá-lo a ele, para que nenhuma mulher pudesse tê-lo. As partes menos atrativas são as cenas da conspiração para destronar o rei, mas não poderiam faltar dado ao conteúdo épico do filme e  paixão que os orientais nutrem pela artes marciais.A única cena homossexual do filme, entre o chefe e o rei é  de bom gosto, cheia de paixão e sensualidade, mostrando  que os homossexuais não são diferentes dos hetéros quando se trata da paixão sexual.  Ao  final,  quando o chefe morrendo vê que a rainha está viva, um diretor ocidental não teria resistido a colocá-lo  balbuciando  que a amava antes de morrer, mas o diretor oriental não caiu nesse clichê.Então, nesta cena, você não sabe o que se passa na mente dele quando ele a vê e pode construir o que quiser. Enfim, quem assistir o filme com preconceitos, não captará a sua profundidade. Os excessos não lhe retiram a alcunha de filme arte]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>FLOR CONGELADA   &#8211;  FRONZEN FLOWER </p>
<p>Aí vai uma crítica contrária a de Pedro Biasi:</p>
<p>O nome do filme parece estar relacionado ao fato do amor do chefe pela rainha, representado pela flor, ser reprimido, contido, aprisionado, ou seja, congelado. A mesma coisa acontece com o amor homossexual e proibido  do rei e do chefe.<br />
As cenas de sexo são muito eróticas para o meu gosto, mais não são pornográficas. Mostram que o oriental foi condicionado a não demonstrar sentimentos. È no sexo que  os orientais colocam toda a força dos sentimentos amorosos que reprimem e não conseguem exteriorizar.Eu diria que os ocidentais falam muito sobre sexo, mas não conseguem fazê-lo com verdadeira intensidade erótica. Eles talvez falem muito em sexo tentando alcançar o desejo que pode nele estar contido. Quanto mais falam, mas distante se torna essa experiência. Os orientais não falam ou pouco falam sobre amor e,  neste aspecto,  se comunicam com o olhar e os gestos.Como no Tigre e o Dragão, o protagonista só confessa o seu amor quando está a beira da morte. No Flor Congelada é nos momentos, como a entrega do colar de sachê do chefe para a rainha e  do lenço e dos bolinhos de arroz dela para ele, que se percebe a  pureza do amor que nasceu entre eles, quase de trás para frente, ou seja, começou com um desejo sexual que foi crescendo aos poucos e fez brotar o amor e a paixão entre eles. O filme tem muitas metáforas e a Catarina percebeu a mais bonita delas,  quando notou que  o chefe ao responder à rainha se gostou do sabor do bolinho, está falando da estranheza que lhe causa o fato de amá-la ou dos dois se amarem. A compra pelo rei, de um cavalo mais bonito do que o dele próprio para presentear o chefe e a recusa dele em traí-lo com o invejoso sub-chefe,  também mostra a intensidade dos sentimentos dele pelo chefe, o que extrapola o simples desejo sexual. Os cuidados e a preocupação do chefe com o rei, e vice versa, no início do filme também revela isso . Eu disse que o filme não é exatamente pornográfico até porque em nenhum momento foram mostrados frontalmente os órgãos centrais sexuais femininos e masculinos. Ainda assim, com a minha alma feminina e romântica, gostaria que as cenas fossem bem mais sutis, acontecendo atrás dos véus que rodeiam as camas orientais ou debaixo dos lençóis, ainda que se mostrasse as principais posições do Kamasutra. Mas, a Catarina tem razão, isso é irrelevante quando se percebe a delicadeza da paixão entre o chefe e a rainha porque até nos esquecemos das cenas sexuais com o decorrer do filme. As cenas de enfrentamento e morte entre soldados pecaram nos excessos de sangue jorrando e expirando, totalmente desnecessárias. Se elas tivessem sido feitas distantes das lentes da câmera, ao longe para quem está  assistindo, teriam ficado mais leves, como numa das cenas bonitas de Hero, quando um casal de guerreiros invadem o palácio. O filme é de época, mas a crueldade e a fúria do rei despertada pelo paixão, ciúme e possessão pelo chefe, causa impacto e estranheza, mas não difere dos dias atuais no ocidente, quando algumas mulheres castram os maridos que as traem, homens matam mulheres e ou seus amantes porque não aceitam a dor da perda e da   separação, etc.A rainha não é bonita, mas no filme isso é proposital. Mostra que o chefe se apaixonaria por ela de qualquer maneira, porque sua alma e seu corpo eram genuinamente masculinos. Se a rainha fosse muito bonita, intrinsecamente tenderíamos a justificar o amor dele por ela, em função  da beleza. Coitado, o pobre rapaz nunca havia tido contatos com mulheres e  foi condicionado pelo rei ao amor gay.Não digo coitado porque desconsidero o amor gay, mas porque no filme, o chefe  foi desviado de sua real natureza, como poderia e acontece com os gays que se obrigam a casar ou aparecer ao lado de mulheres para conviver e, sociedade. Percebe-se que esse condicionamento não foi por maldade  do rei, que era adolescente e até puro quando se apaixonou pelo chefe que  ainda era criança. Há uma cena em que o chefe está dormindo e ele cobre o pezinho dele. O filme deixa em aberto quando o chefe e o rei se envolveram sexualmente, mas não sugestiona pedofilia exatamente por  causa dessa cena do pezinho. No final, foi quando o chefe diz que nunca amou o rei, que ele se vingou.Mas não era totalmente verdade,  eis que antes dele se envolver com a rainha, tinha veneração pelo rei, que lhe despertou a  única forma de amor que até então ele conhecia. Na verdade, ele só conheceu o amor  que pode haver entre um homem e uma  mulher  quando se envolveu com a rainha. E, como ele era um homem, o relacionamento que ele teve com o rei deixou de ter qualquer importância. Ele deixa isso claro quando disse que o rei havia lhe mostrado o amor quando o forçou a se envolver sexualmente com a rainha. Mas não se pode eliminar o significado do afeto e carinho que ele havia nutrido pelo rei, ainda que, ao final, ele não o  considerasse como amor. No início do filme se percebe esse afeto quando ele se joga na frente do rei e se fere para salvá-lo. O sub-chefe mostra como pode ser terrível o lado invejoso da natureza humana que anseia tudo  o que outro tem. Ele quis servir sexualmente o rei, apenas para tomar o lugar do chefe. Mas não amava o rei, senão não teria deixado o chefe matá-lo. A cena final, em que a imagem do rei e do chefe se encaixam na pintura é maravilhosa.Durante o decorrer do filme, o fato do rei ter inicialmente se desenhado com a flecha e o chefe vir atrás dele,  mostra o poder que o rei, na sua condição,  pensava ter sobre o chefe, seu súdito que vem logo atrás.Quando o chefe fala que queria estar com a flecha também, está pedindo o reconhecimento da  igualdade e também da  a sua condição de homossexual ativo e não passivo como a do rei. O destaque do cenário é o jardim, cinza e triste como o sofrimento do chefe. O filme valoriza a arte em várias cenas, ou seja, as artes marciais, musicais e até a pintura., O ator que faz o chefe é maravilhoso.Ele é lindo e transmite uma aura indescritível em sua interpretação. A cena dele em frente ao jardim, sofrendo a noite toda,  pela iniciativa de ter que rejeitar e se separar da rainha é muito tocante. As cenas de crueldade representadas pelas cabeças decapitadas e expostas em público e a castração do chefe são tristes e impactantes demais. Nos faz odiar o rei e sua loucura pelo chefe e ter imensa pena do chefe e da rainha. O rei castrou o chefe por ciúmes e também para igualá-lo a ele, para que nenhuma mulher pudesse tê-lo. As partes menos atrativas são as cenas da conspiração para destronar o rei, mas não poderiam faltar dado ao conteúdo épico do filme e  paixão que os orientais nutrem pela artes marciais.A única cena homossexual do filme, entre o chefe e o rei é  de bom gosto, cheia de paixão e sensualidade, mostrando  que os homossexuais não são diferentes dos hetéros quando se trata da paixão sexual.  Ao  final,  quando o chefe morrendo vê que a rainha está viva, um diretor ocidental não teria resistido a colocá-lo  balbuciando  que a amava antes de morrer, mas o diretor oriental não caiu nesse clichê.Então, nesta cena, você não sabe o que se passa na mente dele quando ele a vê e pode construir o que quiser. Enfim, quem assistir o filme com preconceitos, não captará a sua profundidade. Os excessos não lhe retiram a alcunha de filme arte</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A necessidade e a dificuldade da escolha por SILVIA</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2010/11/02/a-necessidade-e-a-dificuldade-da-escolha/#comment-249</link>
		<dc:creator><![CDATA[SILVIA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 16:02:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quero muito a trilha sonora deste filme.... algume conhece...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero muito a trilha sonora deste filme&#8230;. algume conhece&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Flor Congelada por Keesha</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2009/11/01/986/#comment-242</link>
		<dc:creator><![CDATA[Keesha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:50:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[BION I&#039;m irmpsseed! Cool post!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BION I&#8217;m irmpsseed! Cool post!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A Fita Branca por Claudia</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2009/11/10/a-fita-branca/#comment-241</link>
		<dc:creator><![CDATA[Claudia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 02:39:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[lamento a análise tão equivocada de um dos mais belos e impactantes filmes já realizados. Hanecke está de parabéns! Uma grande obra!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>lamento a análise tão equivocada de um dos mais belos e impactantes filmes já realizados. Hanecke está de parabéns! Uma grande obra!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre El Greco por Vanessa</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2008/10/05/el-greco/#comment-240</link>
		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 22:01:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Concordo, que desperdício, pois El Greco, nas mãos de um diretor disposto a fazer um bom trabalho (pois acho que o Yannis Smaragdis, ao realizar esse fime, não estava muito afim), daria com certeza um ótimo filme. Esperemos. Só havia lido críticas negativas para com esse filme, mas assisti-lo (vício em assistir filmes biográficos de pintores), já sem nenhuma vontade. Confirmou, parece novela das seis, constrange, pelo simplismo grosseiro, pela não-ousadia, pelas péssimas atuações.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo, que desperdício, pois El Greco, nas mãos de um diretor disposto a fazer um bom trabalho (pois acho que o Yannis Smaragdis, ao realizar esse fime, não estava muito afim), daria com certeza um ótimo filme. Esperemos. Só havia lido críticas negativas para com esse filme, mas assisti-lo (vício em assistir filmes biográficos de pintores), já sem nenhuma vontade. Confirmou, parece novela das seis, constrange, pelo simplismo grosseiro, pela não-ousadia, pelas péssimas atuações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Estranhos no ninho por Ida Feldman</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2010/10/25/estranhos-no-ninho/#comment-201</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ida Feldman]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 21:42:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá!

Meu nome é Ida Feldman e estou divulgando o II Festival IESB de Cinema.

Esse Festival visa valorizar e difundir a produção audiovisual realizada por estudantes universitários do Brasil, além propiciar um espaço de interação, troca e estímulo a trabalhos semi-profissionais do audiovisual. Poderão participar estudantes de todos os cursos das universidades brasileiras e cursos livres de audiovisual, desde que o autor da obra seja o estudante.

Meu contato com você é para saber se é possível a divulgacão do nosso Festival no seu blog.

Mais infos estão no blog oficial do Festival: http://festivaliesbdecinema.blogspot.com/p/regulamento.html

Ficarei grata se puder contar com o seu apoio.

Ida Feldman
Divulgadora On Line
II FESTIVAL IESB DE CINEMA
idafeld@gmail.com
11.7838-6765]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Meu nome é Ida Feldman e estou divulgando o II Festival IESB de Cinema.</p>
<p>Esse Festival visa valorizar e difundir a produção audiovisual realizada por estudantes universitários do Brasil, além propiciar um espaço de interação, troca e estímulo a trabalhos semi-profissionais do audiovisual. Poderão participar estudantes de todos os cursos das universidades brasileiras e cursos livres de audiovisual, desde que o autor da obra seja o estudante.</p>
<p>Meu contato com você é para saber se é possível a divulgacão do nosso Festival no seu blog.</p>
<p>Mais infos estão no blog oficial do Festival: http://festivaliesbdecinema.blogspot.com/p/regulamento.html</p>
<p>Ficarei grata se puder contar com o seu apoio.</p>
<p>Ida Feldman<br />
Divulgadora On Line<br />
II FESTIVAL IESB DE CINEMA<br />
<a href="mailto:idafeld@gmail.com">idafeld@gmail.com</a><br />
11.7838-6765</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Gomorra por Relato 4: O trem do terror napolitano &#124; Go to gate!</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2008/10/06/gomorra/#comment-197</link>
		<dc:creator><![CDATA[Relato 4: O trem do terror napolitano &#124; Go to gate!]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 03:15:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] a maioria era homem e todos encaravam. Nesse momento até achei que teria escrito melhor uma resenha que fiz sobre o filme Gomorra, se tivesse ido para Nápoles antes, pois saberia descrever como se vive naquela cidade [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a maioria era homem e todos encaravam. Nesse momento até achei que teria escrito melhor uma resenha que fiz sobre o filme Gomorra, se tivesse ido para Nápoles antes, pois saberia descrever como se vive naquela cidade [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Casamento de Rachel por Haline</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2008/10/18/o-casamento-de-rachel/#comment-196</link>
		<dc:creator><![CDATA[Haline]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 04:08:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ofinodamostra.wordpress.com/?p=452#comment-196</guid>
		<description><![CDATA[ANNE É MARAVILHOSA E O FILME É PERFEITO É SÓ O QUE TENHO A DIZER!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ANNE É MARAVILHOSA E O FILME É PERFEITO É SÓ O QUE TENHO A DIZER!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Brilho de uma paixão por kahmila</title>
		<link>http://ofinodamostra.com/2009/10/29/brilho-de-uma-paixao/#comment-194</link>
		<dc:creator><![CDATA[kahmila]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 20:15:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ofinodamostra.com/?p=951#comment-194</guid>
		<description><![CDATA[este filme chegou em DVD??]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este filme chegou em DVD??</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
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