NATALIA HORITA
O FINO DA MOSTRA
Aconteceu na manhã deste sábado (31/10/09) a coletiva que divulgou os finalistas da 33ª Mostra Internacional de Cinema. O júri formado por Ali Özgentürk (turco), Suzana Amaral (brasileira) Goran Paskaljevic (sérvio), Marco Bechis (chileno), todos cineastas, e crítico francês de cinema, Jean-Michel Frodon, deu seu parecer sobre a Mostra deste ano. Recebendo esta renomada nata cinéfila estavam os dois idealizadores da Mostra, Leon Cakoff e Renata de Almeida.
Pareceu ensaiado: todos os membros da mesa salientaram a relevância da participação direta do público na hora do voto para primeiro e segundo lugar. Özgentürk fez questão de destacar que este festival “teve importância e diferença, pois educou e chamou novas pessoas que querem assistir cinema”. São dois filtros para que se conheça, finalmente, os vencedores. Primeiro o público vota numa lista, que passa então pelo crivo do júri oficial.
A lista de 12 finalistas conta com 2 brasileiros, 1 francês, 1 suiço/francês, 2 alemães, 1 sueco, 1 uruguaio
Bollywood Dream – O sonho bollywoodiano, de Beatriz Seigner – Brasil
Um Homem Qualquer, de Caio Vecchio – Brasil
Cúmplices, de Frédéric Mermoud – França/Suiça
Dor-Fantasma, de Mathias Emcke – Alemanha
Os Dispensáveis, de Andreas Arnstedt – Alemanha
Metropia, de Tarik Saleh – Suécia
Mau Dia Para Pescar, de Alvaro Brachner – Uruguai e Espanha
O Aniversário, de Marco Filiberti – Itália
Querido Lemon Lima, de Suzi Yoonessi – EUA
Voluntária Sexual, de Kyong-Duk Cho – Coréia do Sul
Zero, de Pawel Borowski – Polônia
Separados desta lista, cinco documentários também foram bem cotados. São eles:
O Abraço Corporativo, de Ricardo Kauffman – Brasil
Tom Zé - Astronauta Libertado”, de Ígo Iglesias Gonzales – Espanha
O Inferno de Clouzot, de Serge Bromberg e Ruxandra Medrea – França
Kimjogilia, de N. C. Hiekin – EUA/ Coréia do Sul/ França
Almas Alemã – A vida na colônia Dignidad, de Martin Farkas e Matthias Zuber – Alemanha
O resultado que elege os vencedores sai no último dia da Mostra, 5 de novembro.